quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Seção Branca na Loja Acácia e Fraternidade Granjense, 104


Foi realizada uma Sessão Branca no dia 10 de setembro de 2012, que foi presidida pelo Venerável Mestre Ir. Adriano Frota Teixeira, contando com a presença de vários irmãos regulares do quadro da loja.
 O ritual denominado “Reunião Branca” contou também com a presença das cunhadas, sobrinhos e convidados da sociedade granjense. Os trabalhos foram coordenados pelo Venerável Mestre Adriano Frota Teixeira, e com o apóio dos IIr.: Mário David, Ir.: Vitorino e o Ir.: Júnior Barcelos o qual  exaltou a importância da mulher no mundo contemporâneo e na Maçonaria.

Houve momentos de agradecimentos e a justa homenagem dos Maçons às respectivas esposas.
 Logo após a reunião o Ven.:Mestre, convidou a todos para um jantar de confraternização que foi servido nas dependências da Loja para todos os presentes.


 
   Desde já todos que fazem a Acácia e Fraternidade Granjense, 104 agradece pela presença durante a festividade. 


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

ARLS Acácia e Fraternidade Granjense, 104 realizará nesta segunda-feira (10), às 19:30h, “Sessão Magna Branca”, em sua sede, para comemorar a posse da Nova Diretoria.

A cerimônia ocorrerá em sua sede, na Rua D. Chiqueza, 01 Bairro da Estação. Na oportunidade, o venerável mestre Adriano Teixeira apresentará juntamente com os IIr.: Fco. das Chagas de Pinho Teixeira, Mário David Ferreira Dias e Manoel Inácio de Barcelos Jr, a Nova Diretora, onde na oportunidade falaram sobre a História da Maçonaria em Granja.

A Maçonaria é uma instituição essencialmente filosófica, filantrópica, educativa e progressista.
Proclama a prevalência do espírito sobre a matéria. Pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da humanidade, por meio do cumprimento do dever, da prática desinteressada da beneficência e da constante investigação da verdade.
Seus fins supremos são: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Instalação do Venerável Mestre da A:.R:.L:.S:.Acác.Frat.Granjense nº 104

Foi realizada no dia 17 de agosto, Sessão Magna de Instalação do novo Venerável Mestre da A:.R:.L:.S:. Acácia e Fraternidade Granjense, 104, Irmão Adriano Frota Teixeira.

Fizeram parte da Sessão Magna, o Grão-Mestre da GLOMECE, Eminente Irmão Etevaldo Fontenele e o Alto Corpo da Grande Loja Maçonica do Estado do Ceará.
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Compareceram ao evento, aproximadamente 80 Irmãos das da Serra da Ibiapaba, Loja Acácia e Fraternidade Granjense, 104, Loja Deus e Camocim n 01.

Da Loja Acácia e Fraternidade Granjense, 104 compareceram os IIr.:

Francisco das Chagas de Pinho Teixeira

Antonio Vitorino Linhares de Oliveira

Mário David Ferreira Dias

Manoel Inácio de Barcelos Júnior

José Ivan Mendes

Pedro Viana Madeira Neto

O Ir.: Adriano Frota Teixeira foi eleito para o biênio 2012-2014.

Em seu discurso o Ven.: Eleito disse: “Quero agradecer a Deus; aos irmãos da Loja, pela oportunidade concedida; à minha família e, em especial, à minha esposa Joselina de Barcelos Dias Teixeira, a minha filha e aos irmãos Henrique Jorge dos Santos Falcão, Mário David Ferreira Dias, Fco.Das Chagas de Pinho Teixeira,Manoel Inácio de Barcelos Jr, Inácio Guilherme Veras,Jeorge Carneiro da Silva e aos demais IIr.: que me apoiaram incondicionalmente; aos convidados e ào Grupo das Acácias. Desejo também que todos confiem em mim, pois vou dar tudo de mim para fazer um bom trabalho em nome da instituição que hoje represento”, disse Adriano Teixeira
“Um homem ou uma mulher só faz uma boa administração quando se coloca menor que o cargo que lhe foi confiado”, conclui.


 


domingo, 4 de março de 2012

Seção Magna de Iniciação.

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Loja Acácia Fraternidade Granjense nº 104
INICIAÇÃO MAÇÔNICA
Sábado, 03 de Março de 2012 .

INICIADO:
PEDRO VIANA MADEIRA NETO.

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QUE É UMA INICIAÇÃO.
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Em Maçonaria a Iniciação é a chave, o ponto de partida, precedida, tão somente, pelos atos preparatórios…
Uma Iniciação sempre traduz uma expectativa porque é um princípio, e todo começo importa em fato novo.
O vocábulo Iniciação não se apresenta isolado; deva-se entender a palavra sob o aspecto filosófico, portanto ela é compreendida como sendo entrar em iniciação, ou seja, ingressar num início.
Uma iniciação não é um ato comum e tampouco exclusivo da Maçonaria ou de outra Instituição paralela.
A criança é iniciada na escola quando ingressa no complexo (para ela) mundo das letras e dos números, da escrita e da oralidade. A puberdade envolve uma iniciação ao sexo.
A evolução normal dos povos civilizados apresenta uma tendência para a simplificação.
A iniciação maçônica de hoje difere muito da dos tempos iniciais, como acontece com os processos iniciáticos religiosos. O homem atual desenvolveu o poder da síntese, deixando de lado as evoluções desnecessárias. Questiona-se muito a respeito da validade ou não deste comportamento que, atingindo a Igreja, lhe causou certos transtornos.
O fator que mantém as tradições e que apresenta a iniciação maçônica como tradição do que era em séculos passados, é o símbolo. A supressão de certos atos, com a justificativa de modernizá-los, de simplificá-los, de adaptá-los às circunstâncias da atualidade. Na Maçonaria atual, modernizada, não abre mão de certos atos simbólicos porque eles representam de modo compreensível todo um conjunto de mistérios.
A revelação não supre o valor do símbolo. O mistério permanece e cada vez mais ele pode ser fortalecido e também ampliado, renovado e recriado. A mística é a grande atração para os maçons. Eles aceitam e mantêm a tradição.
Paralelamente à iniciação, o iniciado deixa ou adquire hábitos, jura, promete novas atitudes, novos comportamentos, nova filosofia de vida. Podemos exemplificar com a iniciação do sacerdote da Igreja que faz voto de celibato. Os Templários faziam voto de pobreza.
Se fôssemos verificar a respeito das variações iniciáticas entre os povos, religiões, raças e posições geográficas, nos perderíamos em um emaranhado de conceitos, válidos todos eles quando questionados e quando recebida a justificativa.
A criação do homem, embora lendária, foi uma iniciação. Juntado o pó com a água, feito o barro, concluída a modelagem, veio o sopro divino e, ainda que surgindo adulto, o primeiro homem símbolo teve um longo aprendizado. A sua posição era cômoda porque nada tinha para deixar atrás ou de lado. Tudo era princípio. Houve, sim, um voto. Apenas um: o de não comer dos frutos da Árvore do Conhecimento.
Não temos qualquer preocupação em duvidar desse princípio da criação. Mesmo que tenha sido uma tradição simbólica, início da saga hebraica, ele representa um ponto de partida. Se, antes, já existia o ser humano – os denominados “filhos da terra” – desses não temos a história. Iremos nos defrontar com teorias, as mais credenciadas, mas não poderemos sobre essas teorias construir nossa filosofia.
A Maçonaria acredita num princípio e obedece aos Landmarks, que são os princípios básicos de sua doutrina. A importância de estabelecer critérios analíticos em torno desse princípio não é vital. O posicionamento maçônico atual é o de crer e aceitar a existência de um Deus a quem denomina de Grande Arquiteto do Universo e da existência de uma vida após a morte.
Portanto, iniciação implica em aceitarmos um novo princípio, com todas as injunções que o compõem, inclusive com abrir mão de tudo o que era antes da iniciação.
Esta seção, separando o passado do presente, não é possível ocorrer no plano físico. 
O iniciado, ao deixar o Templo, ao retornar ao “mundo”, esquece a sua nova condição e readquire o comportamento que tinha isto paulatinamente, porque a “natureza não dá saltos”. O mundo então o recebe como ser mais aperfeiçoado. Toda iniciação se desenvolve no plano mental, espiritual e místico.
Muitos tendem a dar à Maçonaria um aspecto religioso e assim, dentro das Lojas, formam-se correntes as mais diversas. O religioso, de forma geral, tende a adaptar a Maçonaria aos seus princípios; assim, sob o ponto de vista espírita, o maçom espírita praticante construirá em sua iniciação um panorama que não conflite com sua crença. Porém, sem afirmar que a Maçonaria é agnóstica, a religião, embora extremamente necessária, não está incluída na filosofia maçônica.
Crer em Deus e numa vida futura não implica em qualquer princípio religioso. A religião fundamenta-se sempre, na fé. A Maçonaria prescinde desta fé. O maçom religioso será, sempre, um maçom compreensivo. O religioso crê no dualismo: Deus e Diabo. A Maçonaria aceita a Deus como um Princípio, sem a preocupação de perquirir sobre a origem deste Princípio, O homem, é criatura; o Criador é Deus. O homem é eterno; a Eternidade é Deus.
Temos, portanto, na iniciação um aspecto curioso: trata-se de uma Iniciação Maçônica e não de uma iniciação religiosa. Uma iniciação escolhida, aceita, experimental, e não uma iniciação imposta. A religião pode ser seleção, mas genericamente é imposta.
Nossos pais, por exemplo, nos impõem um nome que devemos suportar até a morte. Paralelamente, nossos pais nos dirigem para uma religião: a religião deles. Na maturidade, o homem pode escolher o seu próprio destino religioso, porém, a influência do lar será à base de tudo.
A Maçonaria aproxima o seu adepto a Deus. Ela o apresenta como uma obra perfeitamente construída, adornada e acabada por um Grande Arquiteto. O mistério se denomina, também, Deus. Para a Maçonaria o Diabo nada é; ela aceita o dualismo como equilíbrio de forças. O Diabo será apenas oposição, descrença, desamor. O homem passa constantemente por iniciações. Nem sempre, são iniciações conscientes.
A Iniciação Maçônica, como vimos, é formada por um conjunto de fatores. Inicialmente individual, para posteriormente integrar-se a um grupo.
As iniciações inconscientes resultam de uma evolução espiritual; o que se processa no homem, dentro de seu universo, ainda não está muito bem definido, mas existe. E a materialização do “conhece-te a ti mesmo”, da revelação do grande mistério da Criação. Homem, quem és?
A Maçonaria dá muitas respostas, mas se torna necessário que o candidato passe, efetivamente, por uma Iniciação. A Maçonaria precisa com muita urgência, para sobreviver, de iniciados, e não de elementos que passam por uma iniciação sem que a morte se efetive. Para uma comparação, com a finalidade de que haja compreensão maior, foi necessário para Jesus que morresse para cumprir a sua missão de redimir o homem. Sem uma morte, não haverá iniciação.
 Portanto, em resumo, a Iniciação nada mais é do que a aceitação da morte. Assim, esta morte perde o seu aspecto trágico.
Quando o homem se convencer de que a Iniciação para uma nova aventura. Todos aqueles que tiverem um amigo maçom e que forem propostos como candidatos ao ingresso na Maçonaria, terão uma oportunidade única e exclusiva. Sempre, contudo, que o candidato busque entender a Iniciação.
Em outros países – Estados Unidos, Argentina, Chile, Uruguai, etc. – as Lojas distribuem aos candidatos um manual que serve de orientação, inclusive dos familiares. Nós, brasileiros ainda temos tabus quanto ao ingresso na Ordem. O candidato, já adentrando a Câmara das Reflexões, ainda ignora o que seja a iniciação. Esta falha é imperdoável.
Cabe ao apresentador, ao padrinho esclarecer seu afilhado acerca do que seja a iniciação maçônica. Obviamente se esse mestre souber realmente da importância deste conhecimento.
O homem em núpcias prepara-se para a iniciação do casamento, tendo já passado por um período de noivado. O casamento indubitavelmente é uma das fases mais importantes tanto para o homem quanto para a mulher. Trata-se de uma iniciação séria que cada vez menos é assim considerada, pois assistimos a desfazimentos de casamento por motivos os mais fúteis possíveis.
O importante da iniciação do casamento é que se apresenta contínua. Cada dia que passa surgem problemas que devem ser solucionados, e isto perdura até o fim; não o fim de um casamento mas o da vida.
Passado o período de “mel”, surgem os filhos e a grande problemática do amadurecimento, o encaminhamento dos filhos para a vida, as questões que, eles geram as preocupações. Depois, vêm os netos, as enfermidades, a velhice. Muitas vezes o casamento se interrompe com a morte da companheira, afastamento permanente que causa traumas.
Mesmo havendo separação, prematura ou não, as funções geradas pelo casamento não cessam; em caso de separação judicial, subsiste a manutenção do outro cônjuge, dos filhos menores e desamparados: uma continuidade trágica, perturbadora, que traz, sempre, infelicidade.
Assim é o maçom. A sua iniciação não apresenta um ponto estanque; é contínua e permanente, porque a cada dia que passa novas experiências surgem. Até o fim, o fim da vida, o maçom prossegue nos atos misteriosos e místicos da iniciação. O maçom é para sempre, in eterno. O maçom depois de iniciado sempre será maçom.
Temos a iniciação profissional. No início entusiasta, depois rotineira. Conforme a profissão, ela se apresenta insossa, repetitiva, um castigo, tudo sempre igual: um patrão, uma tarefa, sempre em busca da aposentadoria. Há profissões, porém, que exigem progresso, atividade constante, e que dão grande satisfação; como acontece nas pesquisas científicas.
A Maçonaria também possui essa parte: a grande busca, a experiência, o próximo como elemento de trabalho operativo. Essas iniciações são simultâneas: religiosas, espiritualistas, científicas, operacionais, místicas, enfim, um corolário de princípios que não cessa prossegue até o fim da vida, desta vida.
Não podemos fixar uma norma a respeito da iniciação; a Maçonaria dispõe de tradição para realizar iniciações formalmente iguais, revestidas de simbolismo escolar. No entanto, nem a Maçonaria, nem as religiões, nem a própria vida, iniciam alguém.
A iniciação é mística individual, pois ela se realiza dentro do indivíduo. Obedece-se a ritos rígidos, esses são externos, daí que a cerimônia iniciática se reveste de características fixas, enquanto a cerimônia mística envolve a personalidade do iniciando e difere de indivíduo para indivíduo. Com isto, surge a incógnita da possibilidade ou não de encararmos uma iniciação rotulada de atualizada ou moderna.
A iniciação, seja qual for, será sempre paralela ao desenvolvimento espiritual do indivíduo. Uma obra clássica não significa antiga, de séculos passados. O clássico pode ser moderno e atual; o que classifica é o lugar que encontra na sociedade. Assim, podemos fixar uma iniciação clássica como a aceita por uma maioria. Sempre, porém, ela será atual no conceito do iniciando e não no conceito do iniciador.
A instrução era feita, a cinqüenta anos atrás, de conformidade com os métodos tradicionais; primeiramente, a alfabetização, para depois, ano após ano, num trabalho de paciência beneditina, incutir na mente do aluno o conhecimento previamente programado, numa escala crescente para desenvolver o raciocínio até atingir a universidade, onde a personalidade do mestre passava a plasmar a cultura.
Hoje, a televisão se encarrega de tudo. Amanhã, quem sabe, a telepatia dará a orientação precisa e correta. Portanto, quando se cogita de entender o que seja uma iniciação, deve-se atentar a todas as suas nuances e facetas, para, depois, colher os resultados. E por este motivo que sempre alertamos: o iniciado não é o que passa por uma iniciação, mas o que inicia.
O segredo, o grande segredo maçônico é o comportamento do iniciando na Câmara das Reflexões, tão conhecida pelos maçons e de certo modo um assunto esotérico, ainda particular, de vendado de forma muito discreta numa linguagem apropriada compreensão dos maçons, daqueles verdadeiramente iniciados.
O candidato, concluída a sindicância e aprovado pelo plenário, sem voto divergente, é chamado.
Esta chamada contém muito misticismo. Dissera Jesus ao discípulo: “vem e segue-me”. O candidato, nesta altura já avisado de que a sua entrada para a Maçonaria foi aceita, responde a chamada. 
É muito importante ser chamado.
Na competição atual, o homem busca alcançar um espaço; ele desbrava caminhos, luta e nem sempre vence. Porém, na Maçonaria, quando menos espera, recebe o chamado, transmitido pelo seu apresentador, seu padrinho. Esse chamado deve ser atendido? O que passa pela mente do candidato?
O atender o chamado significa um ato de obediência. A obediência de modo geral, significa submissão, ou seja, uma concordância tácita de que tem disposição para ingressar em uma Instituição que desconhece. O enigma deve ser decifrado e o homem, por ser desafiante, ousado, impetuoso, passa a enfrentar o desconhecido. Ignora o nome dos participantes da Instituição onde anuiu ingressar, ignora a filosofia do grupo, os conceitos, a parte esotérica. Porém, aceita e acompanha o padrinho até o Templo.
Atender ao chamamento é o resultado do trabalho de preparação que aludimos acima. Toda Loja, toda jurisdição maçônica trabalhou com muito interesse para atrair o novo irmão que irá beneficiar com a sua personalidade e presença a fraternidade universal.
É o retorno, o eco das vibrações enviadas através da mente, da voz, das práticas, do misticismo, do mistério. Se o chamamento for bem equacionado, se as vibrações emanadas tiverem sido bem distribuídas, indubitavelmente atingiram em cheio o candidato e ele não poderá, de modo algum, negar o chamamento.
Não será ele quem decide. A congregação é que decidiu recebê-lo. E a fatalidade da preparação a que ninguém escapa a atração irresistível em busca, inconsciente, da perfeição. Assim, o candidato se entrega totalmente à iniciação. Aqui cessa a participação individual para dar lugar à participação do grupo.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Vem aí o 9° Baile de Carnaval da Saudade


 Se você também foge do “rebolation!, e do se eu te pego”, este é o seu Carnaval. Serão quatro horas de música de qualidade em ritmo dos verdadeiros carnavais.




A Loja Acácia e Fraternidade Granjense  estará realizando o maior evento pré carnavalesco da região.

Sob o comando musical da Orquestra Santa Cecilia, o baile relembrará os carnavais de outrora, com frevos, marchas e músicas inesquecíveis dos momentos de alegria já vividos na cidade de Granja.

E a festa está com o sucesso garantido! 

Antonio Vitorino, atual Ven.: Mestre da Loja Acácia de Granja, informa que foi colocado um total de 80 mesas à disposição dos foliões! Preço da mesa somente 50,00( cinquenta reais), você  já pode fazer sua reserva através do telefone 88 3624:1289, na Farmácia São Silvestre com o Vitorino, na Lanchonete Chega Mais com o Mário David, no Comercial Barcelos com o Jr. Barcelos no Mercadão Bom Preço com o Mineral e no Mercadinho São Jose com o Cláudio ou ligue 3624:1187.

Ficamos assim combinados: todos no Baile da Saudade! Faça e vista a sua fantasia. Desfile a sua alegria  venha se divertir com a gente no Clube Arrudão no IX Baile da Saudade. E se afogue fundo na alegria de viver mais um carnaval.

O Carnaval da Saudade começará a partir das 22h do dia 17 de fevereiro no Clube Arrudão de Granja.

Serão quatro horas de muita animação com frevos e marchinhas de antigamente para reviver o verdadeiro clima dos bons carnavais de outrora, que eram marcados pela animação e a descontração.


Serviço

9°  Baile do Carnaval da Saudade
Banda  Santa Cecilia
Mesas R$ 50,00 ( cinquenta reais)
Dia 17 de fevereiro às 22h
Arrudão - Granja
Organização Loja Acácia e Grupo das Acácias de Granja
Mais informações pelo telefone 88: 3624:1289

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

PADRE INGRESSA NA LOJA MAÇÔNICA DE RERIUTABA

A Ordem Maçônica Milenar, durante sua longa história teve sempre como grande rival a Igreja Católica Apostólica Romana. Por ser uma associação secreta e fugir do controle de todos; os católicos, nunca aceitaram e por não ter conhecimento das ações e de sua filosofia espalharam os mais absurdos boatos sobre a maçonaria. Quando um religioso resolvia ingressar na ordem secreta, logo era visitado por religiosos fazendo de tudo, com o objetivo de desestimular o profano a ingressar na maçonaria.

Hoje mesmo vivendo na era da tecnologia, do progresso, etc... a falta de conhecimento de muitos, ainda faz pensar, que a MAÇONARIA tem práticas absurdas.

O recado direto da maçonaria da região norte, do estado do Ceará, faz cair por terra, toda rejeição no meio católico.

Ingressou na Ordem Maçônica, na Loja Humberto Taumaturgo Dias Nº 37, do Oriente de Reriutaba, o padre CÍCERO GOMES DE SOUZA. O novo irmão iniciou no dia 09 de setembro de 2011 em Reriutaba - Ceará.

O padre ou irmão Gomes teve uma passagem de seis meses em Ipu, sendo auxiliar do Mons. Moraes em 2007, na paróquia de São Sebastião. Ordenado  na Espanha em 2010, atualmente, o Padre Gomes mora em Reriutaba.

Afirma que ingressou na Ordem maçônica, depois de várias consultas da filosofia maçônica e que tem observado em Reriutaba, que todo maçom tem um comportamento diferenciado. "É um homem de paz, compreensivo e de muito amor" disse o padre sobre os irmãos.

O padre irmão esteve na cidade de Ipu fazendo uma visita aos irmãos da Loja Vigário Bartolomeu Fagundes Nº 35, Oriente de Ipu, na última terça-feira dia 25.10.2011. Na oportunidade foi recepcionado pelas luzes da loja.
Se algum religioso tem dúvidas da ordem maçônica, pergunte ao Padre maçom "Gomes".
Fonte: NETCINA